Falou mais alto a consciência ambiental e a preservação dos recursos naturais. Estava ali à frente de mahado, facões e sofisticadas lâminas, um ninho com 4 filhotes de lobo-guará. Algum tempo mais tarde, com o silêncio em volta, a mãe loba tratou de transferir os pequenos para uma área preservada ao lado da fazenda. Assim a vida continua e crescendo, com o sonho de um dia retornarem ao ambiente todas as espécies que ali eram comuns.
lobo-guará ou guará (do tupi agoa'rá, "pêlo de penugem"; nome científico: Chrysocyon brachyurus) é o maior canídeo nativo da América do Sul. A sua distribuição geográfica estende-se pelo sul do Brasil, Paraguai, Peru e Bolívia a leste dos Andes. Extinto no Uruguai e talvez na Argentina, é considerada uma espécie ameaçada.
O lobo-guará mede cerca de 1,3m e pesa entre 20 e 25 kg. A sua pelagem característica é avermelhada no corpo, exceto no pescoço, lombo, patas e ponta da cauda que são de cor preta. As pontas da cauda, das orelhas e do papo podem ser da cor branca. Ao contrário dos lobos, esta espécie não forma alcatéias e tem hábitos solitários. Unem-se apenas em casais durante a época de reprodução.
A gestação dura em média 65 dias e resulta em ninhadas de até seis crias, sendo dois o número médio que nascem entre junho e setembro. Os filhotes nascem pretos, com a ponta da cauda branca e pesam entre 340 e 410 gramas. Sua maturidade sexual acontece com um ano de idade. O lobo-guará tem seus filhotes somente no mês de junho. Quando nascem as fêmeas, a loba não sai da toca e é alimentada pelo macho.
Fonte: http://pt.wikipedia.org