Agravamento mundial se deve ao aumento da população e ao crescimento econômico. Piora nos níveis de poluiação passou de 21,9 para 29,6 bilhões de toneladas de CO2. Mas a recessão da economia em 2008 ajudou a desacelerar o quadro poluente.
É possível que o total de emissões de CO2 tenha diminuído em 2009. No entanto, as mesmas estimativas que produziram estes resultados também sugerem que, se não forem tomadas medidas decisivas, as emissões aumentarão novamente – e rapidamente – a partir da recuperação da economia global.
América Latina consegue
progresso na saúde infantil
e na igualdade de gênero
Avanços na saúde da criança e na igualdade de gênero lideraram o progresso da América Latina e do Caribe em relação aos ODMs, apontou o Relatório da ONU. No entanto, o rápido desmatamento de florestas está prejudicando os avanços em termos de sustentabilidade ambiental.
A região ficou próxima de atingir a meta de redução pela metade do número de crianças abaixo do peso até 2015. A proporção de crianças menores de cinco anos que estão abaixo do peso caiu de 11% em 1990 para 6% em 2008.
América Latina e Caribe registraram também uma das maiores reduções na taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos, em comparação com outras regiões do planeta. Segundo o Relatório, de 1990 a 2008, o número de crianças mortas a cada 1.000 partos caiu de 52 para 23. No caso notável da Bolívia, a taxa de redução da mortalidade de menores de cinco anos se deu a um ritmo anual de pelo menos 4,5%. Se a região mantiver este mesmo ritmo de progresso, será capaz de alcançar a meta de redução em dois terços até 2015.