É mais um complicador na preparação do ambiente para a Copa do Mundo de 2014. País já vem de um estrangulamento no setor portuário, algo que gera críticas ácidas por parte dos produtores agropecuários e industriais.
Tal como nos portos brasileiros, o setor de cargas aéreas apresenta instalações precárias. Não possui nem câmaras refrigeradas e espaço físico para armazenamento, no caso de produtos que requerem cuidado especial.
Na parte de mão de obra qualificada também o sistema aerportuário de transportes está carente. Não há agentes suficientes que permitam liberações rápidas ao nível dos padrões internacionais.
Por causa desse quadro, se a Copa do Mundo fosse hoje, não teria absolutamente condições de ser realizada. Exemplo de um agente exportador é terminativo: liberação no Brasil demora muito mais tempo do que para sair da Alemanha, EUA ou China e chegar num porto brasileiro.
Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA) é uma das entidades mais envolvidas com a situação. Análise é verdadeira e sugere intervenções urgentes, sob pena de não haver mais tempo para corrigir.