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Para reduzir custos, Brasil vai usar novo querosene de aviação, o JET-A

 

Com o novo tipo de querosene de aviacao, o Brasil espera barateamento de passagens aereas
23-10-2021 21:43:05 (119 acessos)
Providências da Agência Nacional de Petróleo (ANP) flexibilizam a oferta de querosenes de aviação, fósseis e alternativos, para permitir a introdução do no Brasil, do produto JET-A. Esta medida terá reflexos na redução sobre os preços das passagens aéreas já que vai diminuir custos para companhias de aviação. Novo tipo de combustível é comercializado no mercado internacional e além de ser importado em condições favoráveis, poderá ser produzido nas refinarias do Brasil.

Hoje está em uso no País, o querosene JET-A1 e com a chegada do produto agora regulamentado pela Agência, aumenta a oferta. Comercialização está permitida pela alteração (211022) da Resolução ANP nº 778, de 2019, que estabelece as especificações dos querosenes de aviação fósseis e alternativos, com vistas à introdução do querosene de aviação JET-A no País, entre outras providências.

O querosene de aviação (QAV ou JET) é usado preferencialmente em aeronaves de grande porte, diferentemente da gasolina de aviação (GAV), utilizada nas de pequeno porte a pistão.

Com a nova resolução, serão introduzidos ainda dois novos querosenes de aviação alternativos, aprovados em 2020 pela ASTM International, que poderão ser utilizados em misturas com querosenes fósseis. Desta forma será ampliada a relação de bioquerosenes e outros alternativos regulamentados pela Agência desde 2019. 

A viabilidade técnica para alteração regulatória foi avaliada em estudo conduzido pela ANP, com participação da Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, da Secretaria de Aviação Civil – SAC e de outros órgãos públicos. Também participaram da consulta pública, empresas e associações nacionais e internacionais do setor, além da ASTM, que desenvolve, entre outras, normas técnicas com especificações internacionais de combustíveis de aviação.

A minuta de resolução passou por consulta e audiência públicas e as sugestões recebidas foram avaliadas pela área técnica. O texto final foi ainda submetido à análise jurídica pela Procuradoria Federal junto à ANP.

 

Fonte: ANP - Assessoria de Imprensa
 

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