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Redução no consumo de petróleo, ainda é dúvida mundial

 

Redução no consumo de petróleo, ainda é dúvida mundial
[foto] - Dados são contrários, mas há indícios de aumento no consumo de petróleo
15-06-2022 11:49:46 (76 acessos)
"Em breve" a oferta de petróleo no mundo vai se equilibrar com a demanda. Está alentadora notícia foi disparada pela Agência Internacional de Energia (IEA) justo nos dias em que se anuncia aumento no consumo de até 2,2% no ano de 2023. Tanta controvérsia pode ser esclarecida diante das perspectivas internacionais de juros altos, restrições de políticas monetárias e moeda Dólar valorizado. Há ainda retração ao uso de petróleo no maior consumidor, a China e o preço do barril a quase US$ 120.

 

De acordo com os cállcdulos dos técnicos da Agência, em 2023 o gasto diário de barril de petróleo (bpd) chegará a 101,6 milhões, apesar dos tropeços da economia internacional. Há ainda a restrição de consumo causada pelas sanções aos produtos da Rússia, devido à invasão da Ucrânia.

"Os temores econômicos persistem, já que várias instituições internacionais divulgaram recentemente perspectivas pessimistas. Da mesma forma, o aperto da política monetária, o impacto de um Dólar em alta e o aumento das taxas de juros sobre o poder de compra das economias emergentes, significam que os riscos para nossas perspectivas estão concentrados no lado negativo." Assim explicou a IEA. Fez a previsão de que a demanda aumentaria 2,2 milhões de bpd, ou 2,2% em 2023 em comparação com 2022 e excederia os níveis de antes da pandemia.

As economias da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) seriam responsáveis ??pela maior parte do crescimento da demanda em 2022, enquanto a China lideraria os ganhos em 2023, à medida que emerge dos lockdowns contra a covid-19.

Restrições

As recentes restrições à covid-19 na China colocam o maior importador de petróleo do mundo no caminho da primeira queda na demanda neste século, informou a IEA.

A recuperação geral da demanda e as restrições na oferta por causa das sanções à Rússia e os aumentos cautelosos da produção pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), elevaram os preços do petróleo acima de US$ 139 o barril em março. Na quarta-feira (220615), o Brent é negociado perto de US$ 120 o barril.

Mas a Agência Internacional de Energia disse que a oferta em breve corresponderá à demanda, acrescentando: "Após sete trimestres consecutivos de fortes compras de estoque, a desaceleração do crescimento da demanda e o aumento da oferta mundial de petróleo até o final do ano, devem ajudar a reequilibrar os mercados mundiais de petróleo".

 

Fonte: IEA
 

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