
Essa criação de dança estreou no SESC Pompeia e seguirá para mais apresentações em São Paulo nos próximos meses: em Ribeirão Preto, Franca e Alumínio.
Evoluções se originaram da criatividade de Kiko Rieser, coreografadas por Lauanda Varone e Paula Spinelli. Compõem o elenco de artistas verticais, Dora Cestari, Gabriela Bagno, Julia Foti, Lauanda Varone, Paola Higa, Paula Spinelli e Rodolfo Ruscheinsky.
Concepção de Correnteza
Olha como o diretor explica esse trabalho:
Estabelecendo uma narrativa visual sobre a síntese entre os fluxos da natureza, da vida humana e da metrópole, o projeto Correnteza usa a verticalidade dos edifícios para converter concreto em corrente líquida e artistas aéreos em seres que não param. Com isso, levanta-se a reflexão: quais fluxos nos levam sem que nem percebamos?
Essa proposição só é possível unindo várias linguagens. Correnteza é um projeto híbrido de performance vertical, que reúne as linguagens da dança vertical, que por si só já é uma sobreposição da dança com a técnica do rapel; e, o videomapping, a arquitetura urbana, a dramaturgia e a poesia.
"Correnteza nasce do desejo de fazer o espectador perder o chão, literalmente. Quando o palco é uma parede, tudo o que você conhece sobre dança precisa ser revisitado." Assim fala o diretor e idealizador Kiko Rieser.
As coreografias são executadas fora do palco e fora do plano horizontal. Desse modo, a técnica vertical permite deslocar o palco do artista e, consequentemente, o ângulo do espectador, gerando estranhamento e fascínio: corpos flutuantes descendo ininterruptamente um prédio que já traz a ideia da metrópole.
As apresentações são realizadas pelo Edital Fomento
CultSP PNAB Nº 27/2024 - Difusão e
Circulação de Projetos Artísticos Culturais.
Correnteza é um fluxo que corre forte e contínuo. Nos rios, veias, mares. Na seiva das plantas. Nas ruas e avenidas da metrópole. No nosso sangue, enquanto estivermos vivos. Nada para. O tempo nunca para de correr. O fluxo nunca para. Estabelecendo uma narrativa visual sobre essa síntese entre os fluxos da natureza, da vida humana e da metrópole, o projeto Correnteza utiliza a verticalidade para converter concreto em corrente líquida e artistas aéreos em seres que não param. Com isso, levanta-se a reflexão: quais fluxos nos levam sem que nem percebamos?
Ficha técnica:
Concepção e direção: Kiko Rieser
Coreografia: Lauanda Varone e Paula Spinelli
Artistas verticais: Dora Cestari, Gabriela Bagno, Julia Foti, Lauanda Varone, Paola Higa, Paula Spinelli e Rodolfo Ruscheinsky
Direção de imagem e videomapping: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)
Figurino: Cássio Brasil
Iluminação: Rodrigo Palmieri
Música original: Mau Machado
Visagismo: Eliseu Cabral
Assistência de figurino: Daniela Carvalho
Assistência de imagem e videomapping: Rodrigo Chueri
Assistência de visagismo: Guilherme Brum e Silvia Rocha
Costura: Alipio Gomes, Mary Matos e Salete Paiva
Direção de palco: Diego Andrade
Engenheiro de segurança: Robson Marcolino
Rigger (técnico de segurança): Sergio Boca
Rigger assistente: Anderson Cipeli
Assessoria de imprensa: Prisma Colab
Design gráfico: Letícia Andrade (Nós Comunicações)
Fotos: Priscila Prade
Registro em vídeo: Giuliano Saad e Jairo Mattos
Direção de produção: Lauanda Varone e Kiko Rieser
Assistência de produção: Carolina Parra
Idealização e projeto: Kiko Rieser e Lauanda Varone
Um espetáculo da Cia VEDA
Serviço
Correnteza
Data: 12 de junho de 2026, sexta-feira
Local: Sesi Taubaté - Av. Voluntário Benedito Sérgio, 710 - Estiva, Taubaté/SP
Horários: 18h30 e 20h
Livre. 30 minutos.
Grátis. Entrada livre, não é necessário retirar ingressos
Não há Comentários para esta notícia
Aviso: Todo e qualquer comentário publicado na Internet através do Noticiario, não reflete a opinião deste Portal.