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SUS começa atender a 4,7 milhões de mulheres vítimas de violência

SUS começa atender a 4,7 milhões de mulheres vítimas de violência

05-03-2026 22:13:08
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SUS, Sistema Único de Saúde vai atender 4,7 milhões de mulheres expostas à violência e em vulnerabilidade social. Previsão é do Ministério da Saúde, que lançou o programa a partir de março mediante teleatendimento, nos estados de Recife e Rio de Janeiro. Há um cronograma de expansão, prevendo esses cuidados com a saúde mental em localidades com mais de 150 mil habitantes e em junho, para o resto do Brasil.

 


Informou o Ministério que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Para ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção.

Também será possível buscar o atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app previsto para começar a funcionar no fim de março.

Na plataforma, a mulher fará um cadastro para avaliação inicial da situação de violência e, a partir dessas informações, o aplicativo enviará uma mensagem com o dia e o horário do teleatendimento.

A primeira consulta, segundo o Ministério, identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.

Alexandre Padilha, ministro da Saúde,.explica como vem sendo o funcionamento: “A gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção primária em saúde e na pactuação com estados e municípios.”

“Interesse é ofertar esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em extrema vulnerabilidade.”

 

 

Fonte: Agência Brasil
 

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