
Depois de pós graduação na Itália, concentrou-se nos meandros da hematologia até chegar ao grande feito em 1979 (primeiro transplante de medula óssea do Brasil e da América Latina), o que com modéstia, atribuia aos colegas da equipe.
Nas instalações de uma ala hospitalar, introduziu todo o rigor de acepcia para evitar infecções. O primeiro paciente, um jovem, ficou ali muitos dias à espera da vitória final contra a doença da medula.
Era preciso concentração e técnica. Foi isso que estudou e conseguiu da Universidade, que deixou para um período de pesquisas em São Paulo e outros centros, até retornar e ser acolhido com festas científicas pelo Hospital Nossa Senhora das Graças e Hospital Pequeno Príncipe, em Cuitiba.
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