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Museu do Ipiranga, o melhor para visitar em São Paulo

Museu do Ipiranga, o melhor para visitar em São Paulo
[foto] - Museu do Ipiranga em São Paulo, história do Brasil

07-09-2026 02:24:25
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Revitalizado em 2022, para as comemorações dos 200 anos da Independência do Brasil, o Museu do Ipiranga é o lugar ideal para conhecer em São Paulo em qualquer dia e, especialmente na Semana da Pátria. Edifício-Monumento foi amliado para 6,8 mil m². A entrada foi integrada ao Jardim Francês, bilheteria, café, loja, auditório para 200 pessoas, salas para atendimento educativo e um ambiente de exposições temporárias, com 900m². Modernização custou R$ 235 milhões.

 


 

No 7 de setembro, Dia da Independência, o Museu do Ipiranga abre para o público. Tem capacidade para receber até 11 exposições simultâneas. Esse espaço recebe até 1 milhão de visitantes por ano. Dispõe de bilheteria, café, loja, auditório para 200 pessoas, espaços e salas para atendimento educativo, e uma grande sala de exposições temporárias, com 900m². 

No Edifício-Monumento, podem seer observados detalhes da refinada arquitetura, incluindo os 7,6 mil m² das fachadas, que, pela primeira vez, passaram por limpeza, decapagem, recuperação dos ornamentos, aplicação de argamassa, tratamento de trincas e, por fim, a pintura.

Jardim Francês está localizado em frente ao Edifício-Monumento. Recupeeração abrangeu toda a área construída e do paisagismo, tem um restaurante, food bikes, restauro e modernização da iluminação pública, boas vias de acesso (inclusive com equipamentos de acessibilidade), fonte central e as duas fontes do projeto original do jardim, destruídas na década de 1970.

Tecnologia moderna

As 11 novas exposições do museu incluiram cerca de 3,5 mil itens do acervo, o qual possui 450 mil itens e documentos, no total. Pela primeira vez na história, o Museu também está apto a receber acervos de outras instituições, inclusive internacionais, graças à instalação de ar-condicionado.

Museu do Ipirasnga tem tecnologia de sprinklers do tipo “pré-ação” que antevê alarmes falsos, evitando disparos acidentais. Além do sistema de detecção de fumaça, que utiliza a técnica de aspersão (sucção do ar em intervalos fixos), possui proteção térmica em toda a estrutura do prédio. 

A parte elétrica é envolvida em manta cerâmica, material capaz de reter altas temperaturas, normalmente utilizado em portas corta-fogo. As tecnologias de prevenção contra incêndios estão integradas a um sistema inteligente de gerenciamento predial, otimizando processos de segurança, manutenção do prédio e conservação do acervo.

Museu ganhou vidros de baixa transmitância, que retêm o calor do raio solar, garantindo conforto térmico do prédio e melhor conservação do acervo. A iluminação é controlada ponto a ponto via sistema de automação, com lâmpadas LED, que gastam menos energia e emitem menos calor. Outra ação ecológica foi um sistema híbrido para a circulação de ar, que inclui aparelhos de ar-condicionado apenas na expansão do edifício – o que também preserva a integridade da construção histórica.

 

 

 

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