Convocada pela CNA, à reunião estiveram os representantes da Alemanha, Argentina, Austrália, China, União Europeia, Equador, Espanha, Estados Unidos, França, Irlanda, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido, República Dominicana e Singapura.
Esse encontro reforçou a segurança sanitária das carnes brasileiras diante das novas exigências da União Europeia paraprodutos de origem animal importados pelo bloco. A medida, que discute o uso de antimicrobianos nos animais, começou a valer a partir do dia 3 de setembro.
Participaram do encontro a diretora de Relações Internacionais da CNA, Sueme Mori, o diretor técnico, Bruno Lucchi, o coordenador deProdução Animal, João Paulo Franco, o adido agrícola da Embaixada da França e presidente do DAB, Pierre-Adrien Romon, e o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart.
Para Sueme Mori, o encontro foi uma oportunidade de esclarecer informações sobre a produção no país e manter o diálogo técnico com osrepresentantes internacionais. “A conversa com o DAB sempre foi técnica e transparente. Já discutimos assuntos delicados e, dessa vez, buscamos esclarecer os fatos para o nosso público internacional”.
Segundo a diretora, o objetivo da reunião não foi questionar o regulamento da União Europeia, mas explicar sobre o tema e o que a ciênciadiz sobre isso. “A CNA, como representante dos produtores, defende o diálogo franco e técnico”.
Carlos Goulart também destacou a importância do diálogo técnico e do consenso entre o Brasil e os parceiros comerciais. “Nosso país semprebuscou o diálogo, a negociação. Queremos que o sistema multilateral respeite as decisões de cada país, trabalhando sempre com a equivalência das medidas”, disse.
Durante o encontro, o presidente do DAB, Pierre-Adrien Romon, falou sobre a mobilização das representações diplomáticas para discutir o tema. “É um momento especial. A quantidade de embaixadas aqui reunidas demonstra a relevância do assunto”.
Romon agradeceu à CNA pelo intercâmbio de informações e afirmou que o conteúdo discutido será compartilhado com os respectivos países. “Essa comunicação e o diálogo são importantes para a diplomacia agrícola. O conhecimento do assunto é fundamental e não podemos deixar de dialogar”.
Já o diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, reforçou que a reunião buscou esclarecer os diferentes entendimentos sobre o tema e apresentaraos representantes estrangeiros, que compram os produtos brasileiros, a robustez do sistema brasileiro de defesa agropecuária e as medidas adotadas para atender às exigências europeias.
O coordenador de Produção Animal da CNA, João Paulo, fez uma apresentação sobre a produção brasileira, destacando as boas práticas adotadaspelos produtores rurais e os mecanismos de controle e certificação que garantem a sustentabilidade e conformidade da produção”.
Fonte: CNA, Assessoria de Comunicação
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