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Primeiro navio do Brasil na Antártida está no Porto de Santos: recuperação

Primeiro navio do Brasil na Antártida está no Porto de Santos: recuperação
[foto] - Navio oceanográfico usado na Antártida será recuperado para a história, no Porto de Santos

31-03-2026 11:14:22
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Usado pelas equipes de pesquisas do Brasil nas primeiras atividades no Continente Antártico, o navio oceanográfico Prof. W. Besnard, está recebendo todos os cuidados para preservação, após ser adernado no Porto de Santos. Autoridade Portuária de Santos (APS) está executando um contrato emergencial para içamento, reflutuação, contenção de eventual poluição e docagem da embarcação em estaleiro para avaliação técnica sobre recuperação, ainda que parcial.

 


O Prof. W. Besnard é um dos símbolos da oceanografia brasileira.

O navio participou da primeira expedição brasileira à Antártida

e realizou dezenas de missões científicas ao longo da trajetória,

o que reforça o valor histórico e institucional da embarcação.

Um comunicado da Autoridade Portuária deve anuncia o início da retirada do "navio oceanográfico Prof. W. Besnard, embarcação histórica que adernou no Porto de Santos no último dia 13 de março. O caso vem sendo tratado como prioridade desde o incidente, com foco na segurança da navegação e na preservação ambiental."

Segundo o presidente da APS, Anderson Pomini, a expectativa é que o reflutuamento ocorra em até 4 ou 5 dias, permitindo a estabilização da embarcação e reduzindo riscos operacionais na área. “Foi um processo de contratação emergencial, feita por análise de propostas apresentadas por 5 empresas, tendo sido escolhida a Marfort Serviços Marítimos”, explica Pomini.

Publicado na terça-feira, dia 31 de março, no Diário Oficial da União, o contrato tem vigência de 6 meses. Compromisso abrange plano de mergulho, segurança operacional, içamento, metodologia de reflutuação, contenção de poluição e docagem da embarcação em estaleiro para avaliação técnica sobre eventual recuperação, ainda que parcial.

Embora a embarcação pertença à entidade Instituto do Mar,

para quem foi doada após anos de uso pela Universidade de

São Paulo (USP), em pesquisas na Antártida, a APS assumiu a responsabilidade

diante da situação emergencial declarada pela Capitania dos Portos.

 

Parcialmente submerso, o Prof. W. Besnard continua no cais e a permanência no local exige providências para resguardar a segurança da área portuária. A Marinha informou anteriormente que, no momento inicial, a embarcação não representava risco iminente à navegação, mas acompanhava o caso por meio de inquérito administrativo.

 

 

 

Fonte: Porto de Santos - APS, Assessoria de Comunicação
 

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