
No BB, das 3.900 agências no País, não aprovaram a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), os funcionários de Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis. Banco do Brasil tem 81,9 milhões de clientes cadastrados. Está valendo a CCT até 31 de agosto de 2028, e, abrange cerca de 414 mil bancários de aproximadamente 3.600 municípios. Ao todo, 171 bancos integram a Convenção, assinada por 245 entidades sindicais.
No caso da CEF, a adesão à greve é bem maior e alcança quase totalidade das 4.300 agências. Estão egistrados na Caixa, 158 milhões de signatárioss de contas correntes.
Apesar da paralização no trabalho, falta pouco para um acordo com os dirigentes da Federação Nacional de Bancos (FEBRABAN).
Os trabalhadores querem aplicação da Norma Regulamentadora 1 (NR-1);
mais benefícios do Plano de Saúde Caixa, segurança no ambiente
profissional, extinção das jornadas abusivas, ambiente de
atividade mais saudáveis e reajustes que ofereçam ganhos. Outro ponto
é a criação de um programa de qualificação e recolocação profissional,
além de melhorias na indenização destinada a trabalhadores de
bancos privados demitidos em razão do fechamento de agências.
É por tempo indeterminado, a greve nacional. No BB, o Acordo Coletivo de Trabalho foi rejeitado por 60 sindicatos filiados
No BB, parte dos sindicatos aprovou o CCT, mas cerca de 60 entidades o rejeitaram. Na Caixa, os bancários cobram pontos negociados nos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT) específicos.
Acordo proposto prevê reposição integral da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescida de aumento real de 0,6% em 2026 e 2027. O reajuste também incide sobre benefícios como vale-refeição, vale-alimentação, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios.
Empregados recusaram a proposta e daí a greve nacional.
A Caixa retomou as negociações com representantes dos funcionários e espera resolver nas próximas horas. Orientação das entidades sindicais, porém, é manter a paralisação até que eventuais avanços sejam submetidos novamente às assembleias.
Caixa Econômica expediu uma nota ofdicial que “mantém o diálogo aberto com as entidades representativas dos empregados e retornou à mesa de negociação com o objetivo de construir um entendimento que contemple os interesses de todas as partes envolvidas.”
Afirmou oficialmente que “para a data base de 2026, foram realizadas várias rodadas de negociação, que resultaram na proposta apresentada às entidades sindicais e aprovada em diversas assembleias em todo o país.”
A nova CCT tem vigência até 31 de agosto de 2028 e abrange cerca de 414 mil bancários de aproximadamente 3,6 mil municípios. Ao todo, 171 bancos integram a convenção, assinada por 245 entidades sindicais.
A convenção também inclui medidas relacionadas à saúde mental, combate ao assédio e direito à desconexão fora do horário de trabalho. Foram previstas ainda regras de transparência e limites para o monitoramento digital dos empregados.
Outro ponto é a criação de um programa de qualificação e recolocação profissional, além de melhorias na indenização destinada a trabalhadores de bancos privados demitidos em razão do fechamento de agências.
A paralisação das agências não suspende, por si só, o pagamento de benefícios.
Serviços que possam ser realizados pelos canais digitais e eletrônicos
continuam disponíveis, enquanto atendimentos que dependam de uma
agência podem ser afetados pela adesão dos funcionários à greve.
Fonte: Sindicatos e Agência Brasil
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