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Polícia descobre agressão ambiental em 17 áreas de preservação no Paraná

 

Às margens do rio Ivaí, agressões 17 áreas de preservação. Havia até trilha de motocross. Foto BPMOA
08-03-2022 19:52:14 (185 acessos)
Criação de gado, área de lazer sem autorização, trilha de motocross, corte do tamanho de 1 hectare de vegetação nativa e extração irregular de argila na região noroeste do Paraná. Irregularidades assim foram descobertas pelo Batalhão de Polícia de Operações Aéreas (BPMOA), em 17 locais diferentes e de acesso difícil, em Áreas de Preservação Permanente (APP). Entre as agressões mais graves, estão as margens do rio Ivaí, num trabalho coordenado pelo Instituto Água e Terra (IAT).

 

Para identificar ações ilícitas, foram realizados dois sobrevoos, nos dias 17 de fevereiro e 05 de março, cobrindo toda a margem direita do Rio Ivaí. A fiscalização atingiu os municípios de Paraíso do Norte, Mirador, Planaltina do Paraná, Santa Mônica, Inajá, Paranapoema, Paranacity, Alto Paraná, Paranavaí, São João e Santo Antônio do Caiuá.

Fiscais do IAT seguem com as emissões de autuações dos responsáveis pelos crimes ambientais identificados e os possíveis procedimentos para recuperação dessas áreas.

Aeronaves ajudam 

Mediante convênio, a aeronave exclusiva é utilizada para auxílio nas ações de fiscalização ambiental e agilização dos demais processos conduzidos pelo Instituto.

“Esse trabalho de sobrevoo facilita e agiliza nosso trabalho, além de possibilitar a identificação de crimes em locais que por terra teríamos grande dificuldade. Nosso intuito é evitar que novos danos venham a ocorrer e comprometer nosso ecossistema regional.” É o que disse o geógrafo do IAT, Doraci Ramos de Oliveira.

Coronel Julio Cesar Pucci, comandante do BPMOA, explica que o trabalho integrado com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Turismo (SEDEST) amplia as ações de fiscalização, liberação de licenças e todo o processo de proteção ao meio ambiente.

“O uso do helicóptero potencializa o patrulhamento na área de preservação ambiental e ajuda na identificação de áreas de desmate nas quais, muitas vezes, a aeronave chega a pousar para que os agentes do IAT verifiquem a situação e façam autuações, se for o caso”, explicou. “O apoio aéreo também agiliza a liberação das licenças, pois permite que os fiscais cubram uma grande área em um curto período de tempo, em vez de passarem horas em uma viagem por terra”.

O BPMOA presta apoio direto às ações conduzidas pelo Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde (BPAMB-FV), que atua na linha de frente no combate aos crimes ambientais, juntamente com o IAT.

 

Fonte: SEDEST-IAT, Assessoria Imprensa Daniele Iachecen
 

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