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No Dia da Caatinga, vozes pedem proteção para evitar deserto

 

No Dia da Caatinga, vozes pedem proteção para evitar deserto
27-04-2022 20:05:43 (127 acessos)
Caatinga, ambiente natural que domina 11% do território de estados do nordeste e norte de Minas Gerais, pode se tornar um deserto se continuar a ocupação sem planejamento e desmatamento agressivo. Isto é que afirmam estudiosos do bioma e pesquisadores, na oportunidade em que os brasileiros podem ver muito dessa vegetação especial, em exposição no salão de entrada da Câmara Federal. A propósito da comemoração do Dia Nacional da Caatinga, criado pelo decreto 9.959/2003.

 

Há mais de 50 anos esses estudiosos e por vezes políticos, verbalizam em benefício dos ecosistemas. Isso também se torna esquecido na maior parte do ano. Agora alguns parlamentares defendem a trasformação da caatinga em patrimônio nacional, a pretexto de proteção maior. É algo semelhante às grandes reuniões da ONU (Organização das Nações Unidas) para controle da poluição que causa o efeito de aquecimento da Terra (efeito estufa).

Ideias de proteger a caatinga, o cerrado e outros ambientes naturais brasileiros, tem uma dezena de projetos à espera de aprovação pelos parlamentares. Mas começam mandatos e terminam, e esses interesses não se concretizam. Há até a proposta de emenda à Constituição de número 504, visando esses benefícios. 

“Riquezas da Caatinga: potencialidades e possibilidades do bioma 100% brasileiro”, na sala Mário Covas mostra fotos e produtos do artesanato e comida, trazidos da região. No ambiente dessa vegetação que é rica, residem um pouco menos de 30 milhões de pessoas. 

Imagens destacam o potencial de recursos naturais que pode ser aproveitado pela medicina, como o Jatobá. Da Caatinga não se retira só o mel das abelhas, o maracujá. Os habitantes produzem artesanato feito de fibras e sisal, licuri, umbu.

Mas é contínua a depredação dos recursos naturais existeentes na Caatinga. Na imagem destaque da cerca de pau a pique, está a comprovação do processo destrutivo das espécies naturais. É preciso avaliar ainda, o quanto é volumosa essa degradação de árvores e outros elementos da flora, olhando-se a madeira utilizada para a construção das casas de taipa.

Esperança é de uma conscientização plçena para a preservação, enquanto se utiliza desses recursos do ambiente, para o bem-estar dos residentes nesses locais. 

Equipe de noticiario esteve conhecendo um dos pontos mais importantes da Caatinga.

Além das casas de taipa, da carne seca pendurada à frente das casas de comércio

ao lado da rodovia, um evento foi marcante. Em Campo Maior há o rio Genipapo (foto)

que seca durante os meses de junho a dezembro. Trata-se de um curso dágua

avantajado, que no tempo de cheias, nunca alguém pode imaginar haver ali

um ambiente como esse da imagem que mostra a seca em dezembro. 

 

Fonte: Câmara Federal
 

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