
É o momento de discutir a construção da rodovia BR-101 que liga a BR-116 na altura de Guaraqueçaba à localidade de Garuva, em Sanmta Catarina. A via movimenta a economia de Santa Catarina e Paraná de modo direto, mas é benefício de infraestrutura para todo o sul brasileiro.
Por mais de meio século está projetada e é o único trecho do Brasil que falta completar.
Difícil obra de engenharia devido às implicaações ambientais, pois trata-se de uma rodovia que margeia a extensão da Serra do Mar, onde a Mata Atlântica é mais cuidada.
Numa situação geográfica assim, será necessário um estudo de impacto muito peculiar e voltado à preservação dos recursoss naturais ali existentes.
Em nome do desenvolvimento conciliado com o resguardo das riquezas naturais, a inteligência de engenharia rodoviária deve se dedicar a encontrar soluções que beneficiem a todos os interesses.
Governantes do País e do Estado, tem esse e outros desafios. São por exemplo
a ampliação da capacidade da BR-277, entre Curitiba e Paranaguá e no mesmo
trecho, a construção de uma ferrovia moderna. São medidas que podem evitar
os problemas de interrupção do tráfego por múltiplos motivos e
baratear o transporte de cargas para o Porto de Paranaguá.
Trânsito congestionado impediu muita gente de ver a inauguração da Ponte
Muita gente ficou esperando na fila para ver a abertura da Ponte que liga Matinhos a Guaratuba. Turistas ficaram quase parados em 5 km da rodovia, numa espera que começava na avenida Juscelino Kubitchek em Matinhos; e, do lado de Guaratuba não foi diferente. Pelas duas cidades também era possível encontrar quem confessasse que percebendo a demora, havia desistido. Essa procura comprova o benefício e o interesse da população, pela obra.
Apesar da festa,a Ponte só será aberta ao tráfego no domingo, às 10 horas, assim que terminar a Maratona Internacional do Paraná que tem 20 mil participantes. No sábado só poderão circular, os pedestres e ciclistas.
A partir da abertura para o tráfego, a passagem não será liberada para caminhões pesados, e até que haja estudos, terá restrições. Circulação deverá ser definida quando estiverem concluidos os acessos e toda a infraestrutura de duplicação e ruas laterais nos trechos urbanos. Estão previstas obras de arte especiais, como passarelas e pontes, viadutos e interseções.
Prazo de conclusão é maior que 2 anos e depende de recursos.
No domingo, às 10 horas da manhã, as embarcações do ferryboat e barcas, deixarão de funcionar para a passagem do tráfego normal nos dois sentidos. A continuidade é dúvida e espera negociações futuras.
Fonte: Noticiario, Jornalista Moreira
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